Além dos marcos operacionais de 2025, 2026 trouxe desenvolvimentos concretos: uma licitação ferroviária, um processo regulatório, os primeiros resultados financeiros de um ano completo e mais cobertura internacional sobre a participação chinesa.
O que aconteceu em 2026
- Janeiro de 2026: a PowerChina venceu a licitação para construir o corredor ferroviário Chancay–Serra Central (120 km, US$ 420 milhões).
- Fevereiro de 2026: o governo dos EUA manifestou preocupação com a influência chinesa no porto, gerando cobertura da CNN e de outros veículos internacionais.
- Março de 2026: o porto registrou um prejuízo de US$ 11 milhões em seu primeiro ano completo de operação comercial, apesar de movimentar mais de 500 mil TEU.
- Ao longo do ano: o regulador peruano OSITRAN avançou no processo de avaliação das tarifas portuárias, após um relatório do Indecopi sobre condições não competitivas.
O que ainda está em aberto
A fase 2 do Megaporto (mais US$ 2,5 bilhões em investimento) segue condicionada aos volumes de carga de 2025-2026, e o debate legal sobre se a OSITRAN pode regular Chancay como porto privado continua sem solução.
Perguntas frequentes
- Qual foi o marco mais importante de 2026?
- A adjudicação da ferrovia à PowerChina em janeiro, e o primeiro relatório financeiro anual completo em março.
- O porto ainda está no prejuízo?
- Sim, seu primeiro ano completo de operação comercial fechou com prejuízo de US$ 11 milhões, apesar do crescimento operacional sólido.
- O que ainda falta definir este ano?
- O processo regulatório da OSITRAN sobre tarifas e a confirmação do início da fase 2.